| Livrescos |
[16 Nov 2005|03:21pm] |
Amanhã, 18h30, começa a oficina literária do Marcelino Freie, sobre narrativas curtas e, segundo o programa enviado aos inscritos, os alunos serão incentivados a escrever seus próprios textos, que servirão para as tomadas de análises. Bom, bom. Ainda melhor se, após o termino de cada noite, nessa semana que começou com um dia para o início do fim de semana, acontecer a tradicional cervejinha. Como o Franklin Martins diz no Jornalismo Político, e tome como bom conselho, e num ambiente descontraído que as pessoas falam o que realmente importa.
Aí, semana passada - sim, sim, informação velha - o Cortiça site literário, publicou um continho meu na sua seção de Contos & Crônicas. Vai ler o resto também.
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| post privê |
[23 Jun 2005|03:34pm] |
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à garota niilista, não tem e-mail nem comment. isso é um problema quando se tem algo a falar.
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[18 Apr 2005|06:47pm] |
Bis - Dead Wrestlers The Vacation - White Noise
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| wooooooooxy |
[12 Apr 2005|05:56pm] |
04:33 pm London Bridge Dogs 04:36 pm Holidays In The Sun The Sex Pistols 04:40 pm In My Head Queens Of The Stone Age 04:44 pm Make Love F*** War Moby / Public Enemy 04:48 pm Unresponsive Ears Army Navy 04:53 pm Your Retro Career Melte.. The Faint
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[03 Apr 2005|09:35am] |
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ahn, eu preciso explicar, melhor, MAIS TARDE.
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[03 Apr 2005|09:31am] |
dois minutos pra contar.
não deu pra dormir. e aqui é alto, vento faz barulho. a gente querendo dormir e sem parar de falar, impondo um compromisso pela manhã para assim obrigar a não perder um dia todo de sonho - eu prefiro. e o vento falando lá na sala. tenho exata uma hora pra dormir, e acordar me fingindo de satisfeito. porque o dia acabou quando encerramos o assunto.
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| publish |
[30 Mar 2005|06:49pm] |
A arte e suas relações com o social estão em coleção do Instituto Callis PublishNews - 30/3/2005 O Instituto Callis lança amanhã, 31 de março, às 10h, no Itaú Cultural, a coleção Arte e Sociedade no Brasil (3 volumes, R$ 23 cada), com direito a bate-papo com os autores Aracy Amaral e André Toral. Dirigida ao público adolescente, a obra mostra a relação entre arte e sociedade e foi dividida em três volumes, cada um cobrindo um período: 1930 a 1956, 1957 a 1975, e 1976 a 2003. A coleção teve o apoio do Itaú Cultural e da Lei de Incentivo à Cultura. "Arte e Sociedade no Brasil faz um importante resgate dos acontecimentos políticos, econômicos e culturais que ao longo do último século de nossa história foram retratados através de pinturas, colagens, instalações e outras técnicas, pelos mais conhecidos artistas brasileiros", explica a editora Miriam Gabbai. "A coleção traz painéis históricos com os fatos e transformações marcantes de cada época, reproduções das obras representativas de cada período e comentários críticos que relacionam a obra e o artista ao seu contexto social." O primeiro volume da coleção inclui obras de Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Lasar Segall, Alfredo Volpi, Quirino Campofiorito, Eugênio Sigaud, Vasco Prado, Carlos Scliar e Danúbio Vallamil Gonçalves.
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[24 Mar 2005|02:15pm] |
Papa da HQ underground, Robert Crumb mostra seu mau humor em autobiografia
Divulgação
Robert Crumb por Crumb
Por Mike Collett-White
LONDRES (Reuters) - O cartunista e ícone Robert Crumb nunca foi adepto da autopromoção, tanto que se descreve como "cético, mal-humorado, chato, reclamão e sexista".
Suas histórias em quadrinhos, muitas vezes sexualmente explícitas e horripilantes, perturbam, enojam e comprazem o leitor em medidas iguais. Agora, o cartunista norte-americano está sendo arrastado de volta ao olhar público, a contragosto, para divulgar sua autobiografia.
Em "The R. Crumb Handbook", o criador de HQs famosas como Fritz the Cat e Mr. Natural aparece como um homem enojado por aquilo que vê à sua volta.
"Embora eu possa gostar muito de indivíduos específicos, a humanidade em geral me enche de desprezo e desespero", ele escreve no livro. "Odeio sobretudo aquilo que se faz passar por civilização. Odeio o mundo moderno."
Esse misto de ódio pelo mundo e por si mesmo frequentemente é expresso em seus cartuns, que muitas vezes retratam Crumb como um nerd de óculos que combate demônios internos ou vive suas fantasias sexuais.
Crumb, 61, se prepara para enfrentar mais problemas em função de seus planos de lançar uma versão ilustrada do primeiro livro do Velho Testamento.
"Isso é coisa séria", disse ele à Reuters, falando do projeto sobre o Livro do Gênese. "Sou um cara sério; Deus sabe disso e aprecia isso."
Crumb não se incomoda com as objeções feitas a seu trabalho.
"Aquela história de sexo ... eu preciso me livrar disso tudo, colocando no papel. É a única saída para mim, senão eu provavelmente estaria preso."
"DE FRACASSADO A ÍCONE"
Seu amigo e colaborador Peter Poplaski descreve o percurso profissional de Crumb como "uma transformação de idiota fracassado em ícone cultural".
O próprio Crumb diz que sua ascensão para o estrelato da contracultura, no final dos anos 1960 e início dos 1970, foi "como ser chutado para o andar de cima".
Hoje ele é visto como parte do mundo da arte com A maiúscula: seus cartuns são vendidos por dezenas de milhares de dólares, e um crítico erudito o descreveu como a resposta do século 20 ao mestre flamengo Pieter Brueghel.
Crumb admite que a fama o ajudou a conseguir mulheres que, de outro modo, jamais teriam olhado para ele, mas ele se sente incomodado em ser considerado celebridade e com a pressão que isto lhe impõe.
Sua aversão à publicidade até o levou a matar alguns de seus personagens favoritos do público.
O documentário "Crumb", dirigido em 1994 por Terry Zwigoff e que mostra o irmão mais velho de Robert, o deficiente mental Charles, que mais tarde cometeria suicídio, descreve o fim sinistro de Fritz the Cat, uma de suas criações mais famosas. Ele é morto por uma mulher com cabeça de avestruz, que empunha um cortador de gelo, "em estilo Trotsky".
A mulher de Crumb, Aline, que colabora em alguns de seus cartuns e é descrita como sua musa, diz que cartuns que exibem as verdades incômodas ocultas sob a superfície social são tão relevantes hoje quanto eram 30 anos atrás.
Ela criticou o que descreveu como a hegemonia cultural da direita nos EUA, que levou Crumb e ela a se mudarem para uma cidadezinha pequena no sul da França.
Mas Robert Crumb está fadado a sentir-se incômodo em qualquer lugar para onde vá. Ele escreve: "'O inferno são outras pessoas' -- Jean-Paul Sartre. 'O inferno também é você mesmo' -- R. Crumb."
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| fucking loser |
[14 Mar 2005|08:03pm] |
a lista lá embaixo: adiciona o Crumb. rindo o tempo todo. não amou nenhuma mulher, talvez só a filhinha. nem abraçou o filho. mãe que fala muito, pai soldado de segunda guerra, irmão mais velho suicida e nunca saiu com uma mulher, irmão mais novo talvez também não e daí veio toda a aparência de maníaco sexual sentado numa cama de pregos. sexo, sexo e sexo, meio sujo.
essa coisa de artistas fracassados está se repetindo comigo. fracassados em termos, reconhecidos por uma meia dúzia de metidinhos. mas as histórias se repetem, traçados no meio. já está chegando pra mim.
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| faça a relação |
[11 Mar 2005|05:32pm] |
Mozart Rimbaud Leonilson Cobain H. Miller (tá, nem tanto)
dá pano pra manga.
pode ser um arrependimento infantil. uma boa tentativa eu teria que fazer voltando no colégio onde estudei até terminar. sentar frente aos moleques com um bom texto feito sobre, crianças, pra quê diabos existe e serve a arte? por quais razões seria de uma maravilha alguém que pudesse fazer cócegas na nossa alma? aposto meu braço que uns 98% iam terminar sem mudar nada. mas deve ter o garotinho que ia ficar muito, muito feliz com essa história toda.
já no meu caso, alguém que entenda, alguém que eu possa respeitar, e que não esteja morta. ajudava horrores.
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[03 Mar 2005|03:39pm] |
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não dá para contar com a melhor maneira de amor.
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[01 Mar 2005|04:29pm] |
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A solidão vai chegar com o costume. o aumento dela. deixar de falar consigo, que é diferente do que chamam de falar sozinho. minha garganta arde tanto que o resto do corpo sua.
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[26 Feb 2005|05:28pm] |
(leia antes)
tive um pequeno pedaço dessa neve nos braços. solta. que surgia de madrugada, longe de casa, acompanhava toda a noite insone e ganhou, um presente raro, onde os primeiros quadrinhos já contavam sobre amigos de gelo. o boneco de neve não dura muito depois que o sol chega, conte então uma pequena espuminha. gente de corpo magro e frágil. não anotei nada na capa do presente por conta do título, escrito marcado que me entregava.
a maldição de ouvir os outros. a maldição da não-confiança e de toda a insegurança adolescente que permeia esses, desamor, o diabo nessas crianças que inventam com que se parecer. posso não estar sendo nem pouquinho direto ou razoável. mas digo quem ainda é neve jovem, trata com frieza, desvia dos olhos. compreensível, nesse mundo. não no que construo dentro das paredes de casa. e, por favor, não venham me culpar por isso.
um abraço pode muito bem me jogar no chão. esquilo que o diga. é dessa falta de cuidado, muito além do "exercício das pequenas coisas" e da poesia insossa de que "tudo é bonito e tudo está bem" que corro afugentado. como sair alegando esse tipo de coisa, como nessas condições? vista pouca.
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[25 Feb 2005|08:07pm] |
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Hubert, uma alma viva na minha capela, saiu da França com temperatura abaixo de zero para essa cidade onde, até ontem, o calor não sumia com qualquer banho frio. falou duas vezes na primavera, que vai ser a estação vigente quando voltar. "é bom ter estações". imagino. nunca me caiu um floco de neve nas mãos, redondo e feito espuma. floquinho de neve era como o Piort chamava a Illyana e sempre achei bonito, como as torres da Rússia.
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[24 Feb 2005|03:04pm] |
ainda do Hunter. é que não se fez tão claro quando logo da notícia. acho que se há algo de surpreender na história toda é ele ter disparado a arma antes dos 70. mas depois dos 65. podia ser um câncer. tá, não vou querer nem saber o que foi, de verdade. afinal, o importante mesmo é a simbologia disso tudo.
gonzo journalism. sou interessado demais por fenômenos da comunicação, chame assim. o Hunter inventou esse termo, e tem toda uma historinha que já li e não lembro, para particularizar o estilo de jornalismo literário que ele fazia. uma coisa meio, ahn, escritor maldito, talvez. muitas e muitas drogas, e um texto meio chapado, e, como insisto, com seus palavrões. imagino que antes da conrad começar a traduzir os livros, aqui não existiam edições antigas, então aquele grupo de fãs
taí, achei besta e perdi a vontade.
a idéia era ver como o suicídio, num caso desses, é a estratégia perfeita para a consagração. todo e qualquer pensador, por medíocre que seja, vale mais morto que vivo. se o Hunter Thompson já tinha, aqui e ali, alguma veneração por estudantes de comunicação e da dita contracultura - que, sendo coerente, vem pregando mais o "deserviço" a cultura do que auxiliando - o emblema de ter estourado os miolos como uma arma fica congelado como símbolo de rebeldia. é o truque mais manjado e ainda de efeito. os livros lançados de agora, independente de serem lançamentos já previstos, vão estar carregados desse símbolo fúnebre. é mais poético e francamente maldito afirmar que o mundo é uma droga. ninguém duvida disso. a dúvida é: onde fica a beleza?
tenho certeza absoluta que uma dezena de pessoas vão me aparecer com respostas bem articuladas, aproveitando a minha falta de desenvolvimento. hunrf.
única referência do jornal daqui. Notícia real como a vida: Thompson morreu O cara que criou o Jornalismo Gonzo cometeu suicídio aos 67 anos. Um dos maiores ícones da Contracultura deve ter enjoado de reclamar da pasmaceira e, optou, ele mesmo, pela saída de cena. Pra quem quer conhecer o trabalho de Thompson e suas intrigantes reportagens, a editora Conrad ( www.conradeditora.com.br) lançou dois trabalhos seus aqui no Brasil. "Hell's angels" e "Caçada aos tubarões". Já o seu "Las Vegas na cabeça" rendeu um filme com Johnny Depp, "Medo e delírio", que você pode encontrar na Distrivídeo.
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| gonzolina |
[22 Feb 2005|08:26pm] |
Hunter S Thompson commits suicide The writer was found dead at his home near Aspen, Colorado Hunter S Thompson, the American counterculture writer, has been found dead at his home in Colorado. Thompson's son, Juan, found his body. He said the 67-year-old shot himself.
He is best-known for his 1972 account of a drug-addled Nevada trip, Fear and Loathing in Las Vegas. Other books are Hells Angels and Generation of Swine.
Thompson pioneered "gonzo journalism", a factual style in which the writer was an essential part of the story, and was an acute observer of American life.
Decadence and depravity
In a statement to the Aspen Daily News, Thompson's son, Juan, said: "On February 20, Dr Hunter S Thompson took his life with a gunshot to the head at his fortified compound in Woody Creek, Colorado.
"Hunter prized his privacy and we ask that his friends and admirers respect that privacy as well as that of his family."
Tricia Louthis, spokeswoman for the Pitkin County Sheriff's Office, said it appeared the writer had committed suicide.
"We do have confirmation that Hunter Thompson was found dead this evening of an apparent self-inflicted wound," she said.
Thompson was known for his observations on the decadence and depravity of American life.
Thompson was portrayed on screen by Johnny Depp
Fear and Loathing in Las Vegas became a psychedelic classic, telling the story of Thompson's drug-hazed road trip across the western US in search of the American Dream.
The story was eventually made into a movie starring Johnny Depp and Benicio Del Toro.
Author Martin A Lee, who met and interviewed Thompson on a number of occasions, told the BBC Radio 4 Today programme that Thompson's death was "sad" but "not surprising", describing him as someone who "lived on the edge".
He said: "[Thompson] did bequeath a very significant body of literature and journalism.
"It is wonderful and exuberant writing that opened a cultural space for other writers to follow".
Recent work
Thompson also wrote the satire Fear and Loathing: On the Campaign Trail '72.
"Fiction is based on reality unless you're a fairytale artist," he told Associated Press news agency in 2003.
"You have to get your knowledge of life from somewhere. You have to know the material you're writing about before you alter it."
The writer's first ever novel, The Rum Diary, written in 1959, was only published in 1998.
His most recent work was Hey Rube: Blood Sport, the Bush Doctrine, and the Downward Spiral of Dumbness, a collection of his columns.
um pouquinho atrasado, diga-se. mas eu não imaginei a dificuldade de se confirmar a informação, solta em blogs pessoais com todas as metáforas possíveis. vai ver ele não é tão famoso quanto eu pensava. e torcia o nariz; só consegui ler metade de um livro, o hell´s angels que a conrad soltou no meio do ano passado e esperamos receber ansiosos. não deu. tudo bem em termos de competência, a história que ele contava não tinha mitos furos e os dados estavam bem enumerados. ora, é o trabalho de qualquer jornalista, o de menos. se for procurar por algo realmente relevante e literário, algo intimamente ligado ao jornalismo como a paixão que tipos idiotas (sonhadores) (feito eu) procuram, as centenas de páginas de um gay talese ensinam tudo. tudo o que alguém precisar na maneira de se contar uma história factual, acontecimentos reais com estilo de romance, está passado por aquelas linhas. hunter thompson, jornalismo gonzo, parece mais que o sucesso do senhor por essas paragens fica por conta do caráter debochado da contracultura e os que se dissem inseridos nela. ou, no fundo da questão, porque o dito cujo escrevia palavrão nas matérias. tem gente que se contenta com mais.
67 anos? suicídio nessa idade é interessante. ele escrevia diário? ou vai ver rola alguma hipótese de "acidente".
já está rolando: * ** ***
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[21 Feb 2005|04:15pm] |
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desabafou. agora o fim.
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[17 Feb 2005|05:31pm] |
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03:28 pm David Nellie McKay
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[17 Feb 2005|05:02pm] |
não deu.
um certo número de assuntos de pouca visibilidade. se todo mundo de perto pegar todo o conjunto das frases, se atentos ao significado direto de cada, vai dar merda. eu já vi demais más interpretações e sem precisar de uma linha sequer. a vida foi um pouquinho além. agora, tem de ser cuidadoso com o que chega aos demais e chega é fácil.
a erudição não está funcionando. como se tivesse motivo de.
mas é que escrever em lugares assim, querendo aproveitar esse restinho de dia passando por baixo dos prédios, os mesmos que eu escolhi como motivo para vir morar nessa cidade.
é isso! idiota. a resposta está nos prédios!
eu conto mais pra quem perguntar depois.
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[16 Feb 2005|03:41pm] |
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music |
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hells on wheels - it´s wrong being a boy |
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então.
levanto da cama de suspiro pesado. levanto bem cedo para apagar as luzes e volto. o livro do mozart fala, fora um série de conceitos artísticos que podem me ajudar mais tarde, do jeito de palhaço dele, ou de alguém que deixou a proteção de sua corte para tentar crescer. ele não aguentava a corte. amor da esposa e amor do público. pois ele teve uma doença e fez pouco caso. o telefone de casa, conta enorme do mês passado, ficou mudo o dia inteiro, e isso pode causar muita confusão, como visitas inesperadas mais de meia-noite, eu tonto tonto de um sono induzido. sem mais conversas. ainda bem que o telefone estava mudo, senão eu ia ouvir falar de caprichos que nem merecem esse nome, e a vontade de contar muitos outros ia chegar. fiquei foi calado.
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